A tecnologia

O focinho que
nenhum pet
divide com outro.

A biometria nasal é ciência estabelecida. O Billy é a primeira plataforma brasileira a trazê-la para o reencontro de pets perdidos.

A ciência

Por que o focinho funciona
como impressão digital?

Único desde o nascimento

O focinho de cada cão e gato tem um padrão de relevos, sulcos e texturas que se forma ainda no desenvolvimento fetal e permanece estável ao longo de toda a vida do animal. Esse padrão é tão único quanto a impressão digital humana.

Estudos microscópicos confirmam que a superfície do focinho é individualmente específica e serve para identificar o animal. É uma característica biométrica natural, sem necessidade de qualquer implante ou dispositivo externo.

Por que o microchip não resolve tudo

O microchip é eficaz, mas depende de um scanner específico, de um profissional capacitado e de cadastro atualizado. Na prática, a maioria das pessoas que encontra um pet perdido na rua não tem acesso a nenhum desses três elementos.

A biometria nasal permite que qualquer pessoa com um smartphone identifique o animal e entre em contato com o tutor. Sem equipamentos. Sem intermediários. Em segundos.

"The surface pattern is individually specific and for this reason serves to identify the individual animal."

Budras et al., estudo microscópico sobre padrões de focinho canino.

Validado em publicação científica revisada por pares, 2021.¹

Referências acadêmicas

Pesquisas que embasam
a tecnologia do Billy.

Visão Computacional · 2022
Reidentificação de focinho canino por redes neurais profundas
Conferência internacional de referência na área. Modelo base do Billy. 86,67% de AUC no benchmark de biometria animal.¹
Periódico IEEE · 2024
Identificação biométrica unificada para cães e gatos
Framework validado com imagens de smartphone em ambientes variados. 99,8% de precisão Rank-1 em dataset independente.²
Journal Científico · 2021
O focinho como marcador biométrico único
Estudo que estabelece a base científica: o padrão do focinho é individualmente específico e serve para identificar o animal.³

¹ Trabalho publicado em conferência internacional de visão computacional, 2022.   ² Artigo publicado em periódico de acesso aberto IEEE, 2024.   ³ Estudo publicado em journal científico de medicina animal, 2021.

Como funciona no app

Do focinho ao reencontro
em menos de 3 segundos.

01
Captura da imagem
O app guia o usuário para fotografar o focinho com nitidez usando a câmera do smartphone.
02
Extração do embedding
O modelo ResNeSt-101, baseado no Pet-ReID-IMAG (CVPR 2022), gera um vetor de 2048 dimensões que representa o padrão único do focinho.
03
Busca por similaridade
O vetor é comparado ao banco de dados usando similaridade por cosseno via pgvector. Só pets acima do limiar de confiança são retornados.
04
Notificação ao tutor
Quando há correspondência, o tutor recebe uma notificação push instantânea com a informação de que o pet foi encontrado.
Perguntas frequentes

O que as pessoas
mais querem saber.

Uma foto nítida, com boa iluminação e enquadramento central do focinho é suficiente. O app orienta o usuário durante a captura e avalia a qualidade antes de enviar. Fotos muito escuras, tremidas ou com o focinho parcialmente visível podem reduzir a precisão.
O modelo foi treinado com imagens em condições variadas. Sujeira leve ou umidade não compromete o resultado. Extremos como lama cobrindo o focinho inteiro podem afetar a leitura. O app avisa quando a qualidade da imagem está abaixo do esperado.
Não. Assim como a impressão digital humana, o padrão do focinho se forma ainda no desenvolvimento do animal e permanece estável ao longo de toda a vida. É exatamente essa estabilidade que torna a biometria nasal uma ferramenta confiável de identificação.
O modelo base do Billy alcançou 86,67% de AUC em benchmark internacional de biometria animal. Pesquisas independentes mais recentes chegam a 99,8% de precisão com imagens de smartphone. O Billy aplica um limiar de confiança para só retornar resultados quando há similaridade suficiente, priorizando evitar falsos positivos.
O Billy suporta cães e gatos. Para cães, o sistema usa a biometria do focinho. Para gatos, a tecnologia combina biometria nasal com características faciais, seguindo a abordagem dos papers mais recentes da área.
Não substitui. O Billy complementa o microchip. O microchip exige um scanner específico e um profissional para leitura. O Billy permite que qualquer pessoa com smartphone identifique o pet na hora em que o encontra. Usar os dois juntos é a melhor proteção.

A ciência existe.
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